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“O livro é bastante conceitual em termos existenciais. É uma busca a algo desconhecido, de divagações dos sentimentos mais profundos do ser humano. A filosofia permeia todos os episódios, de forma profunda, intensa e reflexiva. O que seria o NADA se não houvesse um TUDO para contemplá-lo?” (link)

Rafael Cruz do Cucamonga